Chaplin: com um sorriso e talvez, uma lágrima

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Em uma época que não havia efeitos especiais, lá estavam os personagens, mudos, monocromáticos, mas nem por isso menos mortais. Eram deuses, enchendo de vida os olhos da platéia com suas expressões sinceras e humanas.

Deixamos, naquele tempo, a discriminação de lado ao nos apaixonarmos por um maltrapilho de bengala e fazer o bom uso da palavra “vagabundo” para algo alegre, carismático, comovente. Gargalhamos da maneira mais simples ao ver as trapalhadas de um imigrante sonhador. Choramos juntos – e sem julgar – quando ele beijou o pequeno garoto em sua despedida. E principalmente, aprendemos a amar quando não há nada material a ser oferecido.

Sir Charles Spencer Chaplin, mais conhecido como Charlie Chaplin ou Carlitos (no Brasil), nasceu em 16 de abril de 1889 na cidade de Londres. Era filho único da cantora e atriz Hannah Chaplin e de Charles Spencer Chaplin Sr. Este último, cantor e alcóolatra, que abandonou a família pouco depois de Charlie completar seus três anos de idade.

Hannah tinha problemas de laringite, além de disturbios mentais que até hoje não foram claramente explicados. Em 1895, durante uma apresentação, ela não conseguiu completar seu ato e foi vaiada, além de atingida por vários objetos atirados pela platéia. Charlie, com seus cinco anos de idade, corajosamente subiu ao palco e cantou até a platéia se acalmar. Foi o fim da carreira de sua mãe e o início da carreira do pequeno vagabundo.

Chaplin foi uma inspiração para muitos, assim como Walt Disney, que se basesou em suas atuações e personalidade para a criação de Mickey Mouse: “Nós queríamos algo atraente, e pensamos em algo como um pequeno rato que pudesse ter um pouco do anseio de Chaplin – um amiguinho tentando fazer o melhor de si.”

Um tanto quanto impossível dizer que nesse dia 16, o grande gênio do cinema mudo completaria seus 122 anos de idade. No entanto, não é nada difícil dizer que seu olhar, singelo e expressivo, está imortalizado no coração de tantos.

Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.” – Charlie Chaplin

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