13 coisas sobre o filme Sexta-Feira 13 que você não sabia

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Sexta-Feira 13, livro publicado pela DarkSide Books

Aê galera! A DarkSide Books lançou mais um livro da Coleção Dissecando: Sexta-Feira 13 [Arquivos de Crystal Lake]. Até rolou um evento na Jeffrey, cervejaria do Rio de Janeiro, com a presença ILUSTRE E INCOMPARÁVEL de Jason Voorhees e Freddy Krueger, que veio dar uma mãozinha pro colega. Tem algumas fotos dessa façanha no instagram da DarkSide Books e do Pipoca Musical também, olha lá.

Resolvi falar do livro de uma forma diferente aqui no blog. Já que ele traz várias curiosidades e histórias de bastidores, elegi algumas para compartilhar com vocês. Na sexta-feira passada também saiu um post meu com 13 maneiras de sobreviver a uma Sexta-Feira 13 (de acordo com o filme) lá no Catraca Livre. Leiam, leiam. <3 1 – Sexta-Feira 13 começou como uma jogada de marketing.
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Havia um logo. Havia um título. Havia uma estratégia. Nenhum personagem. Nenhuma trama. Nenhum cenário. Cunningham havia feito dois filmes infantis e estava buscando outras coisas quando a ideia de Sexta-Feira 13 o atingiu, e isso foi bem antes de existir um roteiro e um conceito.

2 – E deu certo, financeiramente falando.
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A visão de Cunningham, somada à sorte e o momento certo, fez o filme atingir um sucesso comercial estrondoso. Foram gastos 500 mil dólares para fazer o filme, que arrecadou quase 40 milhões de dólares no mundo todo.

3 – O filme é um reflexo do seu tempo.
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A melancolia do período de recessão que tomou conta da América no final de 1970, somado aos cenários escolhidos em meio à florestas são marcas que provocam o medo do isolamento na história. Este e outro filme da época, Aniversário Macabro, falam sobre a perda de uma criança e expõem a figura de pais que buscam vinganças sangrentas para satisfazer seus lutos e raivas provocados por essa injustiça.

4 – O diretor queria preparar psicologicamente seu público para o terror.
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Cunningham diz que “a realidade é o método mais eficaz de apresentar o terror” e o fato de pensarmos que “isso poderia acontecer comigo” é o que realmente leva o público à loucura. Vale lembrar que o personagem Jason é um coadjuvante nessa história, a encarregada da loucura toda é a mãe dele, Sra. Voorhees.

5 – Tom Savini conseguiu embrulhar o estômago dos telespectadores.
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Os efeitos chocantes e inovadores de Tom Savini em Sexta-Feira 13 provocaram uma reação visceral no público, que o distinguiu dos outros filmes de terror – incluindo Halloween e seus imitadores.

6 – E trouxe suas lembranças do Vietnã para dentro da história.
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Tom Savini havia sido um fotógrafo de guerra no Vietnã (o diretor de fotografia Barry Adams também havia servido como fotógrafo na mesma guerra) e carregava essa experiência brutal em sua posterior carreira no cinema, especialmente em Sexta-Feira 13.

7 – Savini gostava de ver a reação do público em certas cenas do filme.
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Durante as primeiras exibições do filme, Tom Savini entrava nas salas de cinema só para ver a reação da galera.

8 – Falando em público, Crystal-Lakianos não gostaram do filme.
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A população de uma cidade de Illinois chamada Crystal Lake já quis impedir o lançamento de um dos filmes da franquia por conta da associação com a sua cidade.

9 – E provavelmente nem a Betsy Palmer, pois ela não queria o papel.
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Mas ela queria um carro novo e topou participar do filme.

10 – Se você gosta, pode visitar o Acampamento Crystal Lake.
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O filme foi rodado no Camp No-Be-Bo-Sco em Nova Jersey. O acampamento ainda funciona e já promoveu tours especiais nos locais da filmagem.

11 – E se não gosta, saiba que Cunningham costumava ganhar dinheiro com white coaters.
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Seu primeiro filme foi The Art of Marriage. White coaters são filmes com cenas de sexo que se tornaram populares nos anos 60 após a Suprema Corte permitir a exibição do filme I Am Curious, defendendo-o como uma peça de cunho educativo e relacionado à saúde. O “gênero” era assim chamado porque um doutor de jaleco branco poderia aparecer no filme explicando o ato e, depois, exibir minutos ininterruptos de sexo.

12 – Foi assim que ele e Wes Craven se conheceram.
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Cunningham e Craven se conheceram durante a produção de um destes white coaters e, com a grana que recebeu do filme, Sean abriu empresa em Nova York. Os dois trabalharam juntos na criação do filme Aniversário Macabro, um filme tenebroso que chegou a ser proibido em vários países.

13 – Tudo isso (e muito mais) está escrito no livro Sexta-Feira 13 [Arquivos de Crystal Lake].
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O livro (adicione ao Skoob) conta todos os processos de criação, produção e filmagem do primeiro filme, de 1980, com dezenas de fotos inéditas e depoimentos da equipe. A DarkSide Books lançou o livro na última sexta-feira 13 e você pode comprar aqui.

Conheça a Coleção Dissecando

Sexta-Feira 13 [Arquivos de Crystal Lake] foi cedido pela DarkSide Books ao Pipoca Musical por conta da parceria. Acompanhe as novidades da editora nos canais:
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Ficha Técnica

Título: Sexta-Feira 13 [Arquivos de Crystal Lake] Autor: David Grove
Ano: 2015
Editora: DarkSide Books
Gênero: Bastidores, Cinema
Páginas: 320
Skoob: adicione à estante
Compre: Submarino

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Comentários

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11 comentários via blog

  1. fabio comentou em

    Poxa , essa do filme refletir a vibe ñ sabia , sempre assisti pensando só pela onda de slasher que tinha na época , e mesmo ñ sendo um estilo querido é um dos meus preferidos , muito interessante ver essa relação , e pelo que me parece ele tem o estilo do ” Massacre da serra elétrica ” né? Adoro aquela edição descrevendo os bastidores das filmagens e curiosidades da produção , pelo jeito vou ter que comprar esse também .
    Ps: vendo essa capa fiquei imaginando que ao abri-la terá uma foto do Jason “ao natural” rsrsrsrs

    1. Oi Fabio,

      É essa a pegada do livro mesmo, bastidores do filme. Tá bem bacana a edição, muitas fotos, pôsteres, curiosidades de bastidores, depoimentos e tal. :)

      Olha, não tem um foto dele “ao natural” logo de cara, mas tem no livro sim, hahahaha. :P

      Bj!

  2. Isabela comentou em

    As fotos da edição que já vi por aí são simplesmente incríveis e o post ficou sensacional. Adorei as curiosidades. Sei muito pouco sobre esse filme, mas tenho vontade de ficar por dentro de maiores detalhes, afinal, é um clássico!

    Bjs!

    1. É um clássico, verdade. Eu acho os efeitos muito cabreiros, tem um nível de realismo que só o Savini na época conseguiria fazer. :)

      Bjs!

  3. Thiago Camargo comentou em

    O Livro fala apenas do processo de criação do primeiro filme, ou fala de todos os outros filmes do Jason tb?

  4. No gênero de terror trash clássico, eu prefiro mais do A Hora do Pesadelo, por achar ele mais criativo e gostar da ambientação de sonho. Mas apesar disso, o Sexta-Feira 13 sem dúvida tem uma grande importância pro gênero e influência pros cineastas futuros, principalmente nos que trabalham nessa ambientação de filmes de cabana (junto com o Evil Dead).

    Gostaria muito que surgisse novamente uma onda criativa e icônica nos filmes de terror, pois hoje em dia parece que as obras já não tem identidade e peso, infelizmente. Pois, se for ver, o gênero por mais simples que possa parecer, influenciou muito na história do cinema.

    1. A Hora do Pesadelo me apavora por conta do ambiente em que o Freddy atua, sim, hahaha. <3 O cara que foi no evento da Dark vestido de Freddy tinha toda a manha com as faquinhas na mão, era assustador ouvir aquele barulhinho de metal. Um gatilho na mente. :P

      Bjs!

  5. Kellen comentou em

    Fico pensando na galera lá, tranquilona e acostumada com os filmes de terror da época e daí chega Sexta-Feira 13 chocando geral! hahahahahahaha
    Ótimo post =)

    1. Eu fico refletindo sobre o final do filme mesmo e a reação da galerinha que achava que já tinha terminado, hahahahhaa. Beijoca <3