Paper Towns, um livro sensível e divertido de John Green

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As I took those two steps back, Margo took two equally small and quiet steps forward.

Aqui estou eu mais uma vez falando sobre o meu livro em inglês do mês com o tema John Green (quelle surprise!). O livro escolhido foi Paper Towns (que será traduzido no Brasil como Cidades de Papel e lançado em agosto) e gostei bastantão.

Em Paper Towns conhecemos Quentin Jacobsen (também chamado de Q.), um nerd com N maiúsculo que tem amigos bem divertidos e está prestes a se formar no colégio. Quando era pequeno, ele passava a maior parte do tempo com sua vizinha maluquinha Margo Roth Spiegelman. Quando tinham 9 anos, os dois encontraram um corpo num parque, e a curiosidade de Margo fez com que ela descobrisse quem o cara era e o que ocasionou sua morte. Apaixonada por mistérios, Margo logo se tornou um.

Quando chegaram à adolescência, Margo virou uma garota popular e divertida no colégio, enquanto Quentin ficou totalmente na dele, com poucos amigos e nunca em evidência. Isso não o impediu de se apaixonar pela garota, e a imagem que ele tem de Margo é de uma deusa perfeita e adorável.

I elbowed him in the ribs, but I was still thinking about Margo, because she was the only legend who lived next door to me. Margo Roth Spiegelman, whose six-syllable name was often spoken in its entirety with a kind of quiet reverence. Margo Roth Spiegelman, whose stories of epic adventures would blow through school like a summer storm (…) The stories, when they were shared, inevitably ended with, I mean, can you believe it? We often could not, but they always proved true.

Até que em um cinco de maio qualquer, Margo invade o quarto dele pela janela, vestida de ninja (a cena é muito divertida) e o convoca para ajudá-la num plano de vingança contra o namorado dela. Apesar de resistir um pouco, ele se junta a Margo no meio da madrugada e cumpre uma lista de coisas que ela planejou (a garota é criativa e engraçada, não tem como não rir) e em poucas horas algo dentro de Quentin muda.

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“Tonight, darling, we are going to right a lot of wrongs. And we are going to wrong some rights. The first shall be last; the last shall be first; the meek shall do some earth-inheriting. But before we can radically reshape the world, we need to shop.”

Tudo vai às mil maravilhas, a noite termina, o sol nasce e ao chegar na escola, Quentin acha que as coisas vão mudar, que ele e Margo serão melhores amigos e que ele terá como provar como ele é um nice guy, mas o que acontece é que Margo desaparece. Pelo que consta, essa já é a quarta ou quinta vez que a garota faz isso, e como agora ela já tem 18 anos, seus pais – de saco cheio – nem ligam mais.

Quentin não desiste de Margo tão fácil. Ele sente que ela pode ter deixado pistas e vai fuçar o quarto dela com os amigos para achar algo que diga onde ela está. O que ele encontra, no entanto, é um livro de poemas de Walt Whitman, com algumas frases de Canção de Mim Mesmo (Song of Myself) destacadas. E as frases parecem dizer algo a ele.

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The final three stanzas of “Song of Myself” were also highlighted.


I bequeath myself to the dirt to grow from the grass I love,
If you want me again look for me under your bootsoles.


You will hardly know who I am or what I mean,
But I shall be good health to you nevertheless,
And filter and fibre your blood.


Failing to fetch me at first keep encouraged,
Missing me one place search another,
I stop some where waiting for you


It became a weekend of reading, of trying to see her in the fragments of the poem she’d left for me. I could never get anywhere with the lines, but I kept thinking about them anyway, because I didn’t want to disappoint her. She wanted me to play out the string, to find the place where she had stopped and was waiting for me, to follow the bread crumb trail until it dead-ended into her.

Quentin parte em busca de Margo e começa a descobrir coisas sobre ela, sobre ele próprio e sobre os dois, que ele nem imaginava. É uma jornada repleta de descobertas que pode ou não levá-lo até ela. Com a ajuda de seus dois amigos e da melhor amiga de Margo, Lacey, eles tentam desvendar o mistério-Margo.

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She was not a fine or precious girl. She was just a girl.

Paper Towns é bem profundo e muito sensível. Fala sobre tantas coisas e tem metáforas tão aplicáveis que a gente se pega refletindo toda vez que fecha o livro. As diferenças entre o que nós achamos das pessoas e o que elas realmente são, reflexões sobre a vida e os valores que a gente tem. Como romantizamos algumas pessoas, algumas coisas. E como elas tomam caminhos inimagináveis. A frase lá do começo do post “As I took those two steps back, Margo took two equally small and quiet steps forward” diz muito sobre os dois personagens, ainda que tenha sido inserida no primeiro capítulo de forma literal (é quando eles encontram o corpo).

Gostei muito da inserção do poema de Walt Whitman na história. Quem gosta pra caramba de ler e adora interpretar texto vai se deliciar com a luta de Quentin em decifrar Margo através do poema.

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“I don’t know,” I said, staring at a stack of graded papers on her desk. “I’ve tried to read it straight through a bunch of times, but I haven’t gotten very far. Mostly I just read the parts she highlighted. I’m reading it to try to understand Margo, not to try to understand Whitman.”

E cara, como eu dei risada com essa história.

Depois de ler alguns vários livros do John Green, você percebe as tentativas do autor em passar algo ao leitor através de personagens que compartilham a mesma essência, ainda que sejam atormentados por coisas diferentes. E sempre há uma Margo / Alaska / Katherine para fazer o rapaz subir pelas paredes. Aliás, Margo e Alaska são bem parecidas em alguns pontos.

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Mas John Green sabe escrever. Ele sempre te surpreende. Você sempre termina as leituras um pouco diferente. Assim como Quentin mudou um pouco ao ter suas cordas (um termo usado bastante na história) cruzadas com as de Margo, Miles mudou ao ter as suas cruzadas com Alaska. E essas mudanças também nos atingem.

A Margo for each of us – and each more mirror than window.

Eu adoraria explicar a razão do título ser Paper Towns, mas é algo que você precisa ler para entender, até porque ele tem três significados, cada um exposto em cada parte do livro. É tão importante ou carregado de significado quanto “a culpa é das estrelas” ou “looking for alaska”. Compreender o termo “paper towns” é uma coisa que faz parte da experiência de leitura.

Se você já leu e quer mergulhar em curiosidades e explicações profundas (ou nem tanto) sobre vários aspectos do livro, recomendo que visite o FAQ sobre Paper Towns no site do John Green. Toda vez que termino um livro dele, vou correndo pra lá. <3 Aliás, aqui vai uma curiosidade bacana sobre Margo. O nome Margo Roth Spiegelman foi escolhido por John Green porque 1. Contém a palavra Go no primeiro nome (e ela desaparece da cidade). 2. Roth significa vermelho (tem algumas referências a cores nessa história). 3. Spiegelman significa ‘pessoa que faz espelhos’ em alemão (isso faz sentido pra quem lê, posso garantir).

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Se recomendo que você leia Paper Towns? Claro que sim. John Green é espetacular. Se está desfrutando de tanto sucesso, é porque mereceu os elogios. E aproveita que a Editora Intrínseca resolveu manter a capa mais bonita na edição brasileira, e compra o seu.

Gostaram da resenha? Alguém aí já leu? O que achou? Comente! :)

Ficha Técnica

Título: Paper Towns
Autor: John Green
Ano: 2008
Editora: Speak
Páginas: 303
Clique aqui para comprar o livro em inglês com frete grátis.

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Comentários

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87 comentários via blog

  1. Ainda bem que será lançado aqui.
    O que mais gosto no John Green é que nós nerds somos sempre os protagonistas
    \o/

    1. Hahahaha, verdade, Mari! Ele sempre dá um jeitinho de mostrar ao mundo como ser quieto e inteligente é normal. :}

      Beijo!

  2. Depois dessa resenha fantástica, Paper Towns está na minha wishlist. Eu me decepcionei um pouco com A Culpa é das Estrelas, e isso me deixou com um receio enorme de ler outros livros do John Green. Eu não sei porque, mas dei apenas três estrelinhas para ACEDE porque todo mundo dizia que o livro ia mudar a minha vida e, bem, não mudou. Achei a história meio chata e clichê. Mas vou dar outra chance para o autor e ler Paper Towns porque sua resenha me deu vontade de fazê-lo. <3

    Beijos,
    Lai.

    1. Oi Laís!

      Jura que você não gostou de A Culpa é das Estrelas? Eu achei um livro diferente, bem tocante. Mas pra mim, Looking for Alaska é o melhor livro do John Green. E gostei de Paper Towns justamente porque a Margo me lembrou a Alaska em vários sentidos. Tomara que você aprecie a leitura desse, vem me contar o que achou depois hein? :)

      Beijo!

  3. Eu era um pouco relutante em ler John Green antigamente, porque tinha uma visão bem errada do que eu iria encontrar.

    Sempre achei que seriam chick-lits e fiquei muito feliz por me surpreender. Isso que você falou sobre terminar os livros diferente… É algo que eu senti bastante lendo Looking For Alaska e The Fault in Our Stars. Acho que algumas coisas a gente só aprende deixando-se guiar pela sensibilidade alheia.

    Começo a encarar os livros dele como uma jornada :)

    1. Oi Ju,

      Realmente, dá pra encarar cada livro dele como uma jornada. Gostei do que você falou sobre se deixar guiar pela sensibilidade alheia. É bem isso. Mas mesmo que o autor passe uma mensagem, a gente pode entender ela do nosso jeito. Ainda coloquei uma quote de Paper Towns em que o Q. diz: não estou lendo pra tentar entender o Whitman, estou lendo pra tentar entender a Margo. É bonito, né? :)

      Obrigada pela sua visita! Beijão ♥

  4. Silvana Crepaldi comentou em

    Eu ia perguntar se já tinha lançado, só depois que vi que era em inglês hehehehee. Preciso ler outro livro do autor. Só li A culpa é das estrelas e me decepcionei., Não que não tenha gostado, mas é que a minha expectativa estava tão alta e não correspondeu.

    http://blogprefacio.blogspot.com.br/

    1. Segunda pessoa que comenta por aqui dizendo que se decepcionou com ACEDE. Eu gostei bastante desse livro, mas meu favorito ainda é Looking for Alaska. Achei divertido, sombrio, reflexivo, excelente. Tenta este e Cidades de Papel, Silvana, numa dessa você acaba curtindo ;)

      Beijo!

  5. Esse John Green, sinceramente. Adora um mistério. Rrsrs!
    Sou apaixonada por Paper Tonws desde que li trecho “She loved mysteries so much that she became one”, isso foi quando eu ainda nem o conhecia, quando estava em busca de trechos sobre Alaska.. srrs! Me apaixonei pelo trecho, mas com meu inglês não é lá essas coisas, resolvi esperar o lançamento em português, e graças a Deus, não falta muito. Estou louca para ler.

    Adorei a resenha, flor!
    Beijos!

    1. Oi Natascha!

      Eu li Paper Towns sem ter conhecimento de nadica de nada da história e me surpreendi bastante. Como me apaixonei por Alaska, a identificação com Paper Towns foi natural. Alaska e Margo compartilham algumas semelhanças. <3

      Que bom que curtiu a resenha. Vou descobrir quando que o livro vai lançar e numa dessa abro um sorteio por aqui ;)

      Beijo!

  6. Puts, se eu já tava morrendo e matando por esse livro (e devo dizer que estava!) agora estou ainda mais. Sério. Eu só fico feliz por estar sendo lançado mês que vem porque não confio tanto assim no meu inglês e porque eu PRECISO ler esse livro. Ler que a Margo é parecida com a Alasca em alguns pontos quase me levou à loucura. Muito obrigada por essa resenha inspiradora!
    Ótima semana!
    (e ótimo blog!)
    Beijos!
    http://literallypitseleh.blogspot.com.br/

    1. Oieee,

      As duas são parecidas, mas a Alaska é imbatível, hehehe. Tomara que o livro saia em português logo, porque tem muita gente ansiosa pra conhecer a história de Q e Margo. E eu nem mencionei direito os amigos dele, que são divertidíssimos (os responsáveis por quase todas as risadas histéricas que dei com o livro).

      Beijão, volte sempre. Fico feliz que tenha gostado do blog :)

  7. Confesso que criei uma cisma com John Green. Li “A culpa é das estrelas” e até gostei, mas não achei tão fantástico assim. Parti pra “O Teorema Katherine” que foi uma decepção sem tamanhos. Sua resenha me convenceu e irei ler Cidades de Papel (em portugues mesmo), mas sem criar expectativas sobre o livro.

    http://cantinadolivro.blogspot.com.br

    1. Oi Carlos,

      Parece que A Culpa é das Estrelas dividiu opiniões: os que leram sem conhecer direito a história ou mesmo o autor e se apaixonaram (eu!) e os que ficaram com as expectativas TÃO altas que se decepcionaram. Faz sentido. Eu adorei o livro, mas meu favorito é Looking for Alaska. E achei Paper Towns semelhante a ele em alguns pontos. Talvez você curta. Não esquece de resenhar lá na Cantina, viu? Quero ver o que você achou :}

      Beijão!

  8. Oi Raquel! Nossa que rápida você em ler o novo livro do John Green rsrs. Acredita que até hoje nunca tive oportunidade de ler nada do autor? De todas as resenhas que vendo lido sobre seus livros, essa foi a que mas me deixou entusiasmado. Parece que ele tem uma habilidade especial em nos fazer rir, refletir e chorar ao mesmo tempo que é ótimo. O que me convenceu a ler a história na parte em que você diz “as diferenças entre o que nós achamos das pessoas e o que elas realmente são” e “Como romantizamos algumas pessoas” Acho que todos já passaram alguma vez por isso e estou super curioso pela história. Parabéns pelo texto, um abraço!

    1. Oi Clóvis,

      Fico feliz em saber que despertei seu interesse por este livro. Eu gosto muito, muito do John Green. Me apaixonei pela escrita dele com A Culpa é das Estrelas, e caí de amores por Looking for Alaska. Paper Towns me lembrou Alaska em alguns pontos, e talvez por isso eu tenha curtido tanto ler ele (foi bem rapidinho, o livro é curto e tem um ritmo muito gostoso). O romantismo exagerado que a gente faz / já fez com quem a gente gosta é uma coisa muito forte aqui. Vale a pena ler o desfecho.

      Beijão!

  9. Ai que demais sua resenha, simplesmente adorei.
    Até agora só li um livro do Green, que foi Will & Will, e acho que quando eu for pegar paper towns pra ler vou ver uma grande diferença pelo visto, mas acho que vou amar ainda mais a narrativa. Como tu disses John Green é espetacular! E o cara escreve com o coração.
    Só posso pensar que paper towns passa aquela mensagem pra gente “sobre a vida” e que tudo tem um sentido nessa vida. e ainda se tratar de um livro tão divertido… tem tudo para eu gostar. Espero ler logo!
    Beijos!

    1. Oi Rafa,

      É, a diferença entre as duas histórias é relativamente grande. Cada um do seu jeito, os livros dele são bem sensíveis e falam direto pra gente. É muito bacana isso. E quanto à diversão, é garantida. Dei muitas gargalhadas infames no ônibus com alguns dos diálogos, hahaha. :}

      Beijo, beijo!

  10. Mais um livro maravilhoso de John Green?
    Li apenas A Culpa é das Estrelas e posso afirmar com todas as letras que John é o novo “J.K. Rowling”, versão masculina, queridinho de todo o mundo!

    1. Oi Pamela,

      É, o John Green tá mandando bem. Paper Towns ficou muito bacana!

      Obrigada pela visitinha :*

  11. Ane Bastos comentou em

    Confesso que sou apaixonada pelo John Green e que adoro suas histórias. Quando vi o lançamento desse livro fiquei louca para ler, parece ser muito perfeito. Amei sua resenha, me deixou mais ansiosa ainda para ler o livro.

    Um beijo

  12. Ana Luisa Ricardo comentou em

    Estou loucaaaaaaa para ganhar esse livro. Já li várias resenhas dele e essa está fantástica. Muito ansiosa!

    Beijos!

    1. Boa sorte, Ana! É um livro bem bacana, tomara que você tenha a oportunidade de ler. :*

  13. Ai John Green *—* Sim, estou suspirando.

    Vi sobre esse livro na turnê intrínseca e fiquei mega curiosa quanto a leitura. A escrita do John Green é absolutamente encantadora, a história então… Vou adorar me divertir lendo algo dele :)
    Amei sua resenha, me deixou ainda mais doidinha para adquirir o livro :)

    Beijos,
    http://www.segredosentreamigas.com.br

    1. Oi florzinha!

      Que bom que despertei seu interesse em ler o livro. Tomara que valha a pena :DDDDD

      Beijãozão :*

  14. Adorei sua resenha. Não é somente pela história do livro que parece muito interessante, mas especialmente pelas suas opiniões que relacionam a intenção do autor com o que o livro provocou em você durante a leitura (rs). Gostei disso. Você tem uma forma de expressar o que pensa um tanto filosófica (rs). Deixando isso de lado, Cidades de Papel parece ser outra obra que nos faz viajar na narrativa do J. Green. Ele é expert em criar nerds que nos são mais populares e interessantes do que os bad boys dos livros atuais (rs). Populares para nós, leitores, porque obviamente na vida dos personagens continuam sem destaque (rs). Margo parece ser, como você disse, outra das mulheres que J. Green é capaz de criar! Despretensiosa, inteligente e muito, muito diferente (rs). Gosto dessa característica dele, tão peculiar. O que mais me atraiu na sua opinião foi a maneira como os dois eram amigos e depois deixaram de ser para, de repente, voltarem a se encontrar numa situação inusitada e íntima. Eu pelo menos considero invadir o quarto de alguém e convocar a uma vingança pessoal bastante íntimo, kkkk. Enfim, adorei! Estou ansiosa para conhecer também este livro do autor!

    1. Oi Francine,

      SUPER obrigada pelo teu comentário, foi bem isso tudo que eu quis passar na resenha (conseguiii /o/). As mulheres de John Green são fantásticas mesmo. A Margo é diferente, meio esquisita, mas única. Agora, a Alaska… ♥ Perturbada e genial, aheuhaue. E também acho super íntimo invadir o quarto de alguém, tá, aheuhaeahei. Esse tempo que os dois ficaram separados serviu pra jogar as fantasias do Quentin láááá no alto e fazer com que a jornada dele em entendê-la fosse mais significativa.

      Beijão, volte sempre :*

  15. Andressa Araújo comentou em

    Ah, finalmente mais um livro do John Green aqui no Brasil! *__*
    Até agora só consegui dois livros dele, mas adorei ambos: A culpa é das estrelas e Teorema Katherine. <3
    Adorei a resenha e estou ansiosa para esse livro!
    Beijos.

    1. Gostei bastante de A Culpa é das Estrelas, foi o livro que fez eu conhecer o trabalho dele e me apaixonar pela escrita (parafraseando Hazel Grace, eu leria a lista de supermercados dele). Paper Towns é bem diferente, mas tem seu charme. Tomara que você goste :)

      Beijão!

  16. Débora Silva comentou em

    Como eu Preciso ler este livro,John Green é simplesmente apaixonante,tenho três livros dele e sinceramente sou apaixonada por todos.Super ansiosa para ler este.
    :)

    1. É bem legal, tomara que as pessoas apreciem a obra e o final planejado pelo autor. :}

  17. Thacio Kevin comentou em

    Quero muito ler!!!!! Espero ganhar a promoção, se não, o jeito é juntar dinheiro e comprar kkkkk

  18. jenny comentou em

    Eu achei a resenha muito interessante e estou louca para ler o livro!

  19. Li apenas um livro do
    John Green o que já foi o bastante pra amar a escrita dele,
    li apenas a culpa é das estrelas e foi um dos melhores livros que já li em toda a minha vida. Esse com certeza será mais uma bela leitura, estou mega ansiosa pelo lançamento

    http://soubibliofila.blogspot.com.br/

    1. Esse livro é bem diferente de A Culpa é das Estrelas, aliás, todos dele são bem diferentes da história de Hazel e Gus, mas Cidades de Papel tem seu charme. Tomara que você aprecie a história ;)

  20. Gostei muito da resenha e da história deste livro, aguardando ansioso o lançamento dele aqui no Brasil.
    :D
    bookolic.blogspot.com

  21. Fabiana comentou em

    Oi Raquel :)

    Owww me deixou curiosa viu??
    Li “A culpa é das estrelas” e amei de paixão, doida pelo Gus até hoje *_*

    Mas O Teorema Katherine não consegui terminar ainda(não rolou a leitura)
    adoro as capas dos livros do John Green, aliás sou louca por capas!!!

    Parabéns pela resenha e a Blu Livro pela promoção…porque apaixonados por livros estão sempre sem grana!!! ehehhe
    Beijinhosss

    1. Oi Fabi,

      Que bom, que bom! Bora ler Cidades de Papel, então! O Teorema Katherine fica bom depois da metade, mas acho meio bleh também. As capas dos livros dele são todas muito legais, não sei nem qual é a minha favorita! <3333

      Beijãozão, boa sorte aí na promoção né. E viva os leitores que vivem sem grana, mas não vivem sem livros. :)

      1. Fabiana comentou em

        Viva \o/
        Bjuuu

  22. Thaís comentou em

    Parabéns pela resenha, Raquel!

    Fiquei com muita vontade de ler esse livro. Está com certeza na minha listinha de leitura de 2013! Hahahaha.

    Beijos,
    Thaís.

    1. Oi bonita!

      Que bom ver você por aqui :) Cidades de Papel é muito legal, mas é bem diferente de A Culpa é das Estrelas, viu? Já aviso, hehehe.

      Beijão! <3

  23. Não li nenhum do autor ainda, mas já ouvi falar super bem.
    Gostei!

  24. Jéssica Magalhães comentou em

    Sou louca pelo John Green. Já li A culpa é das estrelas, O teorema katherine e Will & Will e simplesmente amei todos <3 Não tem como não gostar né!?
    Quero muito ler Quem é você Alasca e agora, depois de ler essa resenha, quero mais ainda ler Cidades de papel *-*

    1. Oi Jé!

      Quem é você, Alasca? é demais ♥ Recomendo muito, muito, muito. Espero que curta também Cidades de Papel, é uma ótima história! Beijinhos :*

  25. Nossa gostei bastante da resenha. Estou querendo muito ler John Green. E quero começar por Quem é vc Alaska? e sempre achei a sinopse deste livro bem parecida com a premissa do outro. Sua resenha me fez abrir os olhos pra algumas particularidades. =)

    1. Oi Débora,

      Alaska é o melhor dos melhores ♥, sou apaixonada. Cidades de Papel tem algumas semelhanças, mas é uma história diferente. Acho que você vai curtir ;) Beijinhos!

  26. Mais um livro do John Green que eu sei que vou amar!

    Quentin parece ser outro personagem adorável! O que eu mais gosto nos personagens do John é que eles são pessoas das quais nós podemos nos identificar. Q. deve ser mais um nerd pelo qual vou me apaixonar!
    Margo virar uma garota popular e Q. ser apaixonado por ela, nerd x garota popular, é meio clichê… mas se tratando de um livro do John Green, deve ser um clichê de se apaixonar! haha (Já deu pra perceber que sou super fã do cara né?! hahahaha)

    To aqui imaginando a cena da Margo invadindo o quarto vestida de ninja! rs Essa personagem meio doidinha, espontânea… me fez lembrar da Alasca, de “Quem é você, Alasca?”

    Depois do desaparecimento da Margo parece que o livro ganha uma boa dose de mistério, deve ser muito gostoso de ler e acompanhar a busca dela junto com os outros personagens. Fiquei curiosa o que o Q. foi descobrindo sobre ela que fez a imagem de deusa que ele tinha dela aos poucos se desfazer.

    Já to amando o livro só pela resenha! A mensagem que o livro passa parece bem legal… as diferenças entre o que nós achamos das pessoas e o que elas realmente são, e concordo plenamente com o seu comentário: “Depois de ler alguns vários livros do John Green, você percebe as tentativas do autor em passar algo ao leitor através de personagens que compartilham a mesma essência, ainda que sejam atormentados por coisas diferentes. ”

    Eu fui escrevendo esse comentário conforme fui lendo a resenha, e me peguei rindo quando li: “Margo e Alaska são bem parecidas em alguns pontos”. Viu, já consegui captar isso bem lá em cima na resenha! hahahaha

    É uma grande verdade o que você disse, a gente sempre termina de ler um livro do John e se sente um pouco diferente. Fiquei curiosa pra saber porque o nome Paper Towns. E adorei a curiosidade sobre o nome da Margo, bem criativo!

    Nem preciso dizer que estou mais louca ainda pra ler o livro né? hahaha
    Desculpe o comentário gigante, mas me empolgo quando o assunto é “livros do John Green”! rs

    Beijos :*
    http://viciosemtres.blogspot.com.br/

    1. Oi Feeeee!

      Então, adorei seu comentário ♥ Também gosto de ir escrevendo a medida que vou lendo, senão a gente esquece das coisas mais legais, hahhaha. :)

      Também sou fã do John Green e capto os clichês dele, mas é que ele sabe trabalhar bem com isso. E digamos que, nessa história, o clichê não é tããão clichê assim (estou louca pra falar o motivo, mas não pode, é spoiler, aheuhae). A Margo e a Alaska compartilham algumas semelhanças mesmo, inclusive em detalhes como usar a cor azul pra buscar vingança (não expliquei isso em nenhuma das duas resenhas, mas é um detalhezinho) entre outras coisas como ideologias e jeito de ver as coisas. Achei ótimo ♥

      Não precisa se desculpar pelo comentário-zão, adoro conversar com os leitores aqui do blog. E quando o assunto é John Green, também posso me estender muito, hahahaha.

      Beijo, flor! ♥

  27. Achei muito legal a resenha, parabéns!
    E estou participando do sorteio!

    Beijinhos para você, Raquel! :)

    1. Oi querida, tudo bem? Que bom que curtiu a resenha, boa sorte na promoção! O livro é muito legal :) Beijão!

  28. Gabrielli comentou em

    Adorei a resenha , já li um livro do john e quero muito ler esse , vejo muitas pessoas falando bem dele

  29. Beatriz comentou em

    Quero muito ler esse livro! Já li A Culpa é das Estrelas, O Teorema de Katherine, Quem é você Alasca?, e Will&Will… Adoro John Green e só falta esse livro pra eu me sentir uma pessoa completa haha.

  30. Que surpresa maravilhosa, venho ler a resenha pq sou super apaixonada e fã do John Green e então acabo participando de uma super promoção, AMO
    gente, sua resenha so me fez sentir mais ansiedade pro lançamento e esses quotes heimmm?? eu consigo ler em inglês, mas tem alguns livros q prefiro ler no velho e bom português mesmo pra não haver nenhuma dúvida (afinal, não sou 100% boa ): ) triste haha
    amei as fotos
    bjão
    http://psicosedaleitura.blogspot.com.br

    1. Oi Thalita!

      Também não sou 100% excelente em inglês, mas estou lendo um livro por mês nesse idioma pra me habituar (e melhorar, né?). Tem sido bom, já ajudou muito. Sobre o livro, espero que você curta, é uma ótima leitura e tem trechos muito, muito legais. Eu gostaria de ter colocado algumas quotes dos amigos do Quentin, mas não deu. São ótimos! :P

      Beijão, obrigada pelos elogios e pela visita. Volte sempre ;)

  31. Catieli comentou em

    John Green é tudo de bom…. Eu quero!!!!!

  32. Manu comentou em

    Eu amooo John Green *-* já li todos os livros dele lançados no Brasil, e to louca pra ler esse >< participando!

  33. Mateus comentou em

    Ahhhhhh, quero muito esse livro!
    Me apaixonei completamente por esse autor depois de “Quem é você, Alasca?”, é um de meus livros favoritos, assim como “A culpa é das estrelas” é e como “Cidades de papel” promete ser!! Embora eu ache dificil superar o da Alasca, é perfeito, delicado, sensivel, cheio de metáforas… Adorei!
    Amei a resenha (li outras aqui do site e todas são ótimas, parabéns =)

    1. Oi Mateeeeus!

      Alaska também é o meu livro favorito ♥ Cidades de Papel lembra a outra história em alguns pontos, então você com certeza vai adorar. :)
      Que bom que curtiu as resenhas aqui do blog. Vem me visitar mais vezes!

      Beijo :*

  34. Liliana comentou em

    Adorei a resenha e já estou ansiosa para ler esse livro, Raquel. Melhor ainda se ganhar o livro aqui!!!! Beijo!

  35. Nathani D. comentou em

    Adorei a resenha! John Green sempre maravilhoso. Ansiosíssima pra ler mais esse <3

  36. Lucas comentou em

    Nossa , sabes que nunca li um livro do john green ? Ouço muito falar deles nas resenhas em alguns canais , na verdade já li o primeiro capítulo de A culpa é das estrelas mas foi emprestado kks , achei legal a ideia dele de criar os nomes dos personagens , só não sei em qual idioma ‘ roth ‘ significa vermelho e outra, os livros dele já ouvi falar lembram bastante as da meg cabot , é verdade ?

    1. Oi Lucas!

      Roth significa vermelho em alemão :) Já sobre a Meg Cabot, não acho que sejam parecidos, mas pode ser que eu não tenha lido o suficiente dela pra julgar dessa forma. :P

      Beijo, obrigada pela visita! :)

  37. Todos os livros do John Green parece que tem a mesma essência ne? Livro que faz você refletir, tem sempre um personagem inteligente (nerd) e tem as partes engraçadas. Eu gosto muito disso e acho que é por isso que sou fã do John Green. rs Eu tava contando as horas para esse livro ser lançado aqui no Brasil e finalmente saiu. Estou ansiosa para lê-lo. ♥

    1. Oi Beatriz,

      John Green é incrível, eu me apaixonei por ele em A Culpa é das Estrelas e eu provavelmente “leria a lista de supermercado dele”, sabe, hehehe. Paper Towns foi muito bacana, mas estou ansiosa pra ver a reação do pessoal a respeito do final do livro. Só me resta aguardar as primeiras resenhas pintarem por aí, hehehe.

      Beijoooo <3

  38. Raissa Rodrigues comentou em

    Confesso que sempre fico com um pé atrás quando vejo a sinopse do Green. Ganhei recentemente A Culpa das Estrelas, mas ainda não li. Mas essa sinopse, realmente me prendeu. Quero muito :)

  39. Ótima resenha, adorei! Parabéns.
    Estou participando e torcendo muito aqui hahaha!

  40. Tainara H. comentou em

    Já comecei a ler “O Teorema Katherine”, mas não me interessei em continuar, não é o tipo de livro que eu gosto e não tenho paciência pra esse tipo de protagonista adolescente, mas ainda assim me interesso em conhecer as outras obras do autor, como o tão aclamado “A Culpa é das Estrelas” e agora “Cidades de Papel”, que parece ter uma história muito interessante e ser melhor que o outro livro que tentei ler do autor. Novamente os personagens adolescente dos quais eu não costumo gostar, mas vou dar uma chance pro livro, afinal não é de um autor qualquer e tem um enredo bastante interessante. Ótima resenha! ;D

    1. Oi Tainara,

      O Teorema Katherine foi o livro mais fraquinho dele, na minha opinião. O Colin é muito chato. Gostei muito de Cidades de Papel e Quem é você, Alasca?. Tenta esses, de repente :)

      Beijos!

  41. O livro parece ser bem legal e divertido, e qual livro do John Green não seria, né? Eu simplesmente preciso ler ele…

  42. Rejane Lenz comentou em

    Me apaixonei por esse livro só de ver a capa! E agora… depois de ler a resenha quero muito ler!

    Li A culpa é das estrelas e foi uma leitura emocionante!

    Parabéns pela resenha! Adorei a composição com texto e fotos, não ficou tão massante de ler como algumas que se encontram por aí!

    Bjks

    1. Oi Rejane,

      Opa, super obrigada pelo comentário, fico feliz de saber que você gostou da resenha com essa diagramação. Fica mais fluido né? :)

      Beijão!

  43. Não conhecia a história, essa é a primeira resenha que leio sobre… E, simplesmente, amei!!! Quentin parece ser caitvante!
    Cidades de Papel já entrou para a minha meta de leitura!
    Aliás, boa resenha!
    Beijos!

    1. Que bom que curtiu, Júlia :)
      O Quentin não é tão cativante quanto a Margo, mas ele tem seu apelo, hehehe.
      Espero que aprecie a história.
      Beijos

  44. Tainara Alves comentou em

    Adorei a resenha,não tinha visto nenhuma resenha sobre esse novo livro do John Green..
    Adorei muitíssimo,como também gostei bastante do A culpa é na estrelas,espero também poder ler esse..
    Ameii tudo e participando da promo*
    Quero ganhar!!!bjs’
    ;)

  45. Flávio Almeida comentou em

    Tô começando a ler John Green agora, com certeza deve ser tão bom quanto os anteriores. Eu quero!

  46. Greiciely comentou em

    Bem pelo que percebi em seus livros ele sempre tras algo nerd nao é? Apesar de ter 2 livros do autor, ainda nao li nenhum, mas cidades de papel chama muito minha atencao, é intrigante e misterioso, alem do lado “romantico, apesar do Q. somente conhecer uma Margo da infancia e nao quem ela é agora.
    Espero ler em breve, participando da promo!
    Greiciely da Silva Santos

    1. Intrigante é uma boa palavra pra definir a história, especialmente pelo final. Já fica a dica, hahaha. Beijinhos :*

  47. Acho bem interessante como os livros do John Green tem essências parecidas, apesar de trazerem histórias bem diferentes. Foi impossível não lembrar da Alaska enquanto você falava da Margo. Fiquei pensando na busca do Milles e tal.

    Estou louca por esse livro, pois depois de ler 3 livros do John, é impossível não gostar dele e querer mais e mais.

    1. Sou fã do John Green também, adoro os livros e os personagens dele. E amo a louquinha da Alaska <3

  48. Alexandre comentou em

    Ainda não Li A Culpa é das estrelas, nem Quem é Você Alasca, mas li o Teorema Katherine e pude comprovar que todos os elogios que dão ao autor, são mais que merecidos. A Narrativa dele é leve, e o livro passa voando que quando percebe, já acabou de ler. Como disseram ai em cima, John Green fala sobre nós, os nerds e como não amar livros assim?

    1. Oi Alexandre! Que bom que você acha O Teorema Katherine legal, particularmente acho um dos livros mais fracos do John. Leia Alaska e A Culpa é das Estrelas, você não vai se arrepender. Beijos :)

  49. “Paper Towns é bem profundo e muito sensível. Fala sobre tantas coisas e tem metáforas tão aplicáveis que a gente se pega refletindo toda vez que fecha o livro. As diferenças entre o que nós achamos das pessoas e o que elas realmente são, reflexões sobre a vida e os valores que a gente tem. Como romantizamos algumas pessoas, algumas coisas. E como elas tomam caminhos inimagináveis.” >> Taí o gde motivo de viver!